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Carla Assenheimer
Migueloestina, formada em Ciências Contábeis e Direito. Empresária contábil há mais de 20 anos, com o escritório Erni Assessoria Empresarial Ltda., com sede em São Miguel do Oeste. Vice Presidente Administrativa da ACISMO.
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Comentários e informações sobre questões econômicas e tributárias.
MPSC considera inconstitucional pedágio ambiental de Bombinhas e pede cancelamento à Justiça

 O MPSC considera que a legislação que institui a cobrança deveria especificar que atos administrativos a prefeitura aplicará em troca da taxa. “O valor do tributo não é calculado com base nas despesas administrativas decorrentes de uma atuação estatal específica, mas sim em razão de eventuais prejuízos causados ao meio ambiente, decorrentes do trânsito de veículo”, descreve a ação.

Em relação ao livre trânsito, o MPSC cita a Constituição Federal e a Constituição de Santa Catarina para afirmar que as limitações de tráfego só se justificam pela cobrança de pedágio em vias conservadas pelo poder público. No caso de Bombinhas, não há previsão de prestação de serviços.

Ao limitar a cobrança ao período de maior visitação na cidade (e aplicar-se somente aos visitantes) a lei confrontaria o princípio de isonomia tributária. “Visitantes e moradores encontram-se em igualdade de condições no que se refere à necessidade de fiscalização e, por isso, deve haver igual sujeição ao pagamento da taxa” _ descreve o MPSC.

Evidente que este “pedágio ambiental” seria contestado e que haveria uma “brecha legal” para tal. Esta cobrança beira a imoralidade. O Município de Bombinhas que procure outra forma de evitar o caos no trânsito durante o verão e manter o seu movimento econômico alavancado pelo turismo.



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Desenvolvimento catarinense vem do interior

 Santa Catarina está puxando a geração de empregos da região Sul. Isso é o que aponta a reportagem da edição de outubro da revista Você S/A. De acordo com a publicação, esse impulso, contudo, não vem da capital. É o interior o responsável pelo crescimento.

A geografia do estado, que tem campos no Oeste, portos no Norte e indústria no Nordeste favorece o surgimento de vagas em diversos municípios e em várias áreas. Segundo o texto, Santa Catarina é compacta e logisticamente desenvolvida, por isso o interior é importante para o crescimento regional, que tem surpreendido em um período de pouco dinamismo econômico no país.

Joinville, Itajaí, São José, Blumenau e Chapecó encabeçam a lista das cidades com o maior número de oportunidades. Contudo, mesmo sendo o estado com o maior Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil, faltam profissionais. E a questão não é a falta de qualificação. O problema é a falta de gente para ocupar tantas vagas.

A revista aponta que a agroindústria é destaque na região Oeste. As cidades de Chapecó e Concórdia abrigam duas das maiores fabricantes de alimentos do país: a BRF e a Aurora. O estado é o maior produtor de frango do Brasil e lidera mundialmente as exportações do produto. E isso deve crescer, porque a China habilitou a BRF e a Serasa para vender carne ao país. Responsável por 25% do faturamento do setor alimentício no estado, a Aurora tem 1000 vagas em aberto para diversos níveis, desde o chão de fábrica até a gerência.



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Duplicação da BR 282

 A BR 282 foi construída há 42 anos e hoje é responsável por grande parte do escoamento da produção do Oeste e Meio Oeste de Santa Catarina. Ao longo dos seus 680 quilômetros transita pela BR-282 parte da economia que atende um quarto da população catarinense. Somente a cadeia industrial instalada na região Oeste, que abrange o transporte de carne e insumos, movimenta cerca de 1,1 mil carretas de 30 toneladas por dia na rodovia. O setor de alimentos tem 3,4 mil indústrias, 96,8 mil trabalhadores e é responsável por mais de 40% das exportações catarinenses. Duplicação JÁ!!


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Crescimento No Setor De Serviços

 Em agosto, o setor de serviços registrou no Brasil um crescimento nominal de 4,5% na comparação com igual mês do ano anterior, inferior às taxas observadas em julho (4,6%) e junho (5,8%). Este resultado é o menor desde o início da série, em janeiro de 2012. De janeiro a agosto, a receita registrada foi de 6,7% e no acumulado de 12 meses, o percentual chega a 7,4%, menores taxas da série. Os dados foram divulgados hoje, dia 22, pelo IBGE, na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).


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Queda Na Indústria De Materiais De Construção

 Depois de atingir, em setembro, crescimento de vendas em nível abaixo dos dois meses anteriores, a indústria de materiais de construção voltou a revisar a meta de fechamento do ano, projetando queda de 4% sobre 2013. No mês de agosto, o setor havia alterado a projeção de crescer 2% para 0,5%. Os negócios em setembro superaram em 5,2% os registrados em agosto, já descontada a inflação. No entanto, este percentual foi menor do que os 7,1% apresentados em julho e agosto. Na comparação anual, setembro foi o sétimo mês seguido de redução no faturamento com queda de 5,7% sobre o mesmo mês do ano passado. Em agosto, o recuo havia atingido 12,4%. No acumulado do ano, o setor vendeu 6,5% menos do que no período de janeiro a setembro de 2013.


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Para refletir

 "A intolerância do seu presente cria seu futuro." - Mike Murdock


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Rol dos 10 principais importadores do frango brasileiro

GALERIAGr?fico com o volume de receita com o total da receita, o volume comercializado e a varia??o com o mesmo per?odo do ano passado
 O AviSite, principal informativo sobre o setor de avicultura do País, publicou recentemente a tabela dos 10 principais importadores do frango brasileiro, no período de janeiro a setembro deste ano.

A principal alteração do ranking, num comparativo com 2013, foi o significativo aumento das compras de carne de frango pela Rússia (que há um ano, na mesma época, ocupava uma remota 21ª posição entre os importadores do produto e agora ocupa o 9º posto). Porém, paralelamente a essa ascensão, houve um significativo declínio da Venezuela, que de um mês para outro recuou do 4º para o 7º posto, retornando à mesma posição ocupada no ano passado. Neste caso porque o volume de carne de frango importado caiu quase 90%, passando de pouco mais de 16 mil toneladas em agosto para menos de 2 mil toneladas em setembro.

Veja o gráfico, com o volume de receita com o total da receita, o volume comercializado e a variação com o mesmo período do ano passado.



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Aeroportos de SC entre os 20 com maior potencial do país

 Santa Catarina possui dois dos 20 aeroportos regionais brasileiros com maior potencial de desenvolvimento. Conforme estudo realizado pela consultoria Urban Systems, os terminais aeroportuários de Joinville e Chapecó figuram na lista dos que mais têm condições de induzir desenvolvimento no país.

Atrás apenas dos aeroportos regionais de São José dos Campos (SP) e Ribeirão Preto (SP), o terminal de Joinville atingiu 50,09 pontos no ranking da consultoria. O aeroporto de Chapecó ficou com 37,46. A pontuação varia de zero a 100.

Na terceira colocação no ranking nacional, o terminal de Joinville tem o maior potencial para desenvolvimento na região sul do país. Já o aeroporto localizado no extremo-oeste do estado, em Chapecó, está na 19ª posição.

O estudo leva em consideração a infraestrutura e a localização dos aeroportos, potencial de transporte de passageiros e de cargas e o potencial de desenvolvimento imobiliário e geração de receitas acessórias.

A região sudeste tem o maior número de aeroportos regionais com potencial para o desenvolvimento, com 11 terminais. A região sul vem logo em seguida, com sete aeroportos regionais.



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Novo Serviço Do Sebrae/SC, a Consultoria Online.

 Micro e pequenos empreendedores que precisam de apoio para a gestão financeira de seus negócios - como não ‘confundir’ receita da empresa com o pessoal, controle de contas a pagar e a receber, entre outras dificuldades - contam com um novo serviço do Sebrae/SC, a Consultoria Online. A ferramenta apresenta soluções em tempo real, de forma ágil e com qualidade e oferece atendimento individual e personalizado, com a mesma dinâmica de uma consultoria presencial.


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Benefício Aos Empregadores Domésticos

 O governo decidiu prorrogar por mais quatro anos o benefício que permite aos empregadores domésticos abater, na declaração anual do IR, o valor corresponde à contribuição de 12% paga por eles ao INSS. O benefício vem sendo prorrogado a cada quatro anos. Pela sistemática atual, ele vigoraria apenas até este ano, ou seja, valeria ainda para as declarações a serem entregues em 2015. Com a prorrogação, o benefício valerá até 2018, e poderá ser incluído nas declarações a serem entregues em 2019.


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