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Carla Assenheimer
Migueloestina, formada em Ciências Contábeis e Direito. Empresária contábil há mais de 20 anos, com o escritório Erni Assessoria Empresarial Ltda., com sede em São Miguel do Oeste. Vice Presidente Administrativa da ACISMO.
Perfil
Comentários e informações sobre questões econômicas e tributárias.
Pagar com cartão de crédito pode ficar mais caro

 O Congresso aprovou uma mudança da resolução 34 do Conselho Nacional de Direito do Consumidor, a partir do Projeto de Decreto Legislativo, número 31 de 2013 do Senado. A ideia, de autoria do senador Roberto Requião é que seja suspensa a resolução de 1989, que impede os comerciantes de praticar valores diferenciados para quem compra em dinheiro ou no cartão.

Traduzindo: a intenção é repassar valores que seriam de obrigação do lojista com a operadora de cartões para quem utiliza o cartão de crédito, podendo ter um aumento de até 6% no valor da compra, automaticamente fazendo com que os produtos pagos à vista fiquem mais baratos. Aí é que está o retrocesso, para ter desconto o consumidor deve ser privado da escolha da forma de pagamento.

Essa mudança na lei ainda pode trazer muita dor de cabeça, uma vez que os comerciantes podem aproveitar a brecha para praticarem preços mais altos do que as taxas repassadas às administradoras. O cartão de crédito é uma facilidade e um meio de pagamento tão eficiente quanto o dinheiro ou também o cheque. Pensando pelo lado do fornecedor, lembre-se que aqueles que aceitam cartão de crédito têm mais uma vantagem para aumentar a clientela.

Vale ressaltar que o Projeto de Lei precisa ainda passar por votação na Câmara para entrar em vigor.



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Índices aplicáveis à Renovação de Contratos

GALERIAtabela de evolu??o de ?ndices do ?ltimo ano
 Se o leitor tem contratos para renovar neste mês de agosto, ou mesmo fazer novas contratações, vale a pena conferir a tabela de evolução de índices do último ano, e assim verificar a variação de cada um.


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Chapecó e Curitiba precisam de conexão aérea

 Curitiba, com 28%, e Navegantes e Rio de Janeiro, com 14% cada, foram os principais destinos indicados pelos respondentes da pesquisa realizada pela Acic no mês de julho que pretendia mapear a demanda de novos voos para Chapecó.

O gerente executivo da entidade, Fabio Magro, ressalta que a realização da pesquisa foi estimulada pela solicitação de uma companhia área que avalia a possibilidade de operar em destinos que não estão sendo atendidos no momento. “O resultado foi entregue à companhia e agora cabe a ela analisar as informações e verificar a possibilidade de implementação desta nova ligação entre Chapecó e Curitiba”.

De acordo com Magro, Chapecó possui o que toda a companhia aérea deseja de uma cidade, que é demanda: grande procura pelo transporte aéreo regional e nacional consolidado com os atuais voos em operação e a possibilidade de ampliação com a oferta de novos voos.

“A ampliação da infraestrutura do aeroporto de Chapecó facilitará ainda mais a efetivação destas linhas para a cidade e melhorará os serviços prestados aos usuários do transporte aéreo”, diz.



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Balança comercial do agronegócio

 A balança comercial do agronegócio encerrou julho com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 8,1 bilhões. O volume resulta de US$ 9,61 bilhões em vendas externas e US$ 1,51 bilhão em compras do Brasil no exterior. Os números foram divulgados nesta segunda-feira, dia 11, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


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Preço internacional da carne suína

 O preço médio internacional da carne suína subiu 36,01% em julho, elevando o valor da tonelada a US$ 3.401, em relação a US$ 2.501 no mesmo período de 2013. Com isso, as vendas externas, no mês passado, totalizaram US$ 139,37 milhões, aumento de 10,49% na comparação com julho do ano passado. No acumulado do ano, a receita já atinge US$ 838,24 milhões, crescimento de 10,82% ante igual intervalo de 2013.


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Para Refletir

 “Não tenha medo de pensar diferente dos outros, tenha medo de pensar igual e descobrir que todos estão errados.” (Eça de Queiroz)


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Arrecadação Estadual do Simples Nacional

 O Simples Nacional implica no recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, de impostos e contribuições devidos por microempresas ou empresas de pequeno porte, abrangendo a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

São abrangidos pelo Simples Nacional o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), exceto nas operações de Importação; Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), exceto nas operações de Importação; Contribuição para o PIS/Pasep, exceto nas operações de Importação; Contribuição para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica; Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS) e Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS), cada um com alíquotas diferenciadas.

Os valores recolhido a título de ISS são repassados aos municípios e o ICMS aos Estados. No ano de 2014, a União repassou para o Estado de Santa Catarina os seguintes valores em reais: Janeiro - 61.630.837,03; fevereiro - 50.028.600,07; março - 49.133.282,04; abril - 52.079.727,65; maio - 54.518.985,28 e junho - 55.999.351,45, num total parcial do ano de 323.390.783,52. Estes são somente os valores de ICMS arrecadados com as empresas do Simples Nacional, excluídas as empresas ditas “normais”. Assim, o Estado de SC está em 4º lugar em arrecadação, somente atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.



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Arrecadação Municipal do Simples Nacional

 Já para o Município de São Miguel do Oeste, em 2014, a União repassou a título de ISS os seguintes valores em Reais arrecadados através das empresas optantes pelo Simples Nacional: janeiro - 128.298,43; fevereiro - 100.471,93; março - 113.590,99; – abril - 116.920,30; maio - 118.086,60 e junho - 114.899,69, num total parcial anual de 692.267,94.


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12 cidades de SC estão entre as melhores para investir

 Doze municípios catarinenses estão na lista das melhores cidades para investir no Brasil. O dado foi levantado a pedido do Grupo RBS pela consultoria Urban Systems.

Araquari foi destaque nacional com a 2ª colocação no ranking, atrás apenas de Águas Lindas (GO). Com 29,5 mil habitantes, o município catarinense foi o 2º que mais registrou a criação de novas empresas entre 2010 e 2012. Um aumento de 45%.

Veja abaixo as outras cidades que se destacaram em relação ao número de empresas abertas em Santa Catarina com posição no ranking nacional e crescimento no aumento de empresas entre 2010 e 2012.

Araquari - 2ª - 45%; Biguaçu - 42ª - 20,6%; Porto Belo - 49ª - 19,5%; Barra Velha - 56ª - 19,2%; Camboriú - 85ª - 17,9%.



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INSS

 O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que 2,3 milhões de benefícios foram revistos e que 454 mil pessoas têm "diferenças a receber" do instituto, já na folha de pagamento de janeiro 2015. "A revisão é fruto do cumprimento do acordo firmado em agosto de 2012, entre o INSS, o Ministério Público Federal e o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, homologado pela Justiça Federal em São Paulo, no âmbito da Ação Civil Pública (ACP)", informou o Ministério da Previdência.


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