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Carla Assenheimer
Migueloestina, formada em Ciências Contábeis e Direito. Empresária contábil há mais de 20 anos, com o escritório Erni Assessoria Empresarial Ltda., com sede em São Miguel do Oeste. Vice Presidente Administrativa da ACISMO.
Perfil
Comentários e informações sobre questões econômicas e tributárias.
Pequenas e médias empresas representam metade do pelotão de inadimplentes

 As empresas brasileiras, a maioria pequenas e médias (PMEs), enfrentam, neste segundo semestre, período recorde de inadimplência, de acordo com levantamento realizado pela Serasa Experian.

De um total de 7 milhões de empresas brasileiras, 3,6 milhões tinham dívidas em atraso no mais recente levantamento, de julho passado. Dessas, 91% são pequenas e médias, com faturamento de até R$ 4 milhões por ano.

Outro levantamento, conduzido em abril, desta vez pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), já indicava que a perda de fôlego financeiro dos consumidores estava atingindo as PMEs.

Uma em cada dez pequenas e médias empresas consultadas informou ter alta inadimplência, com taxa acima de 10%, considerando os atrasos de pagamento acima de 90 dias. Isto é, de cada R$ 100 que a empresa tinha para receber dos clientes, R$ 10 não entravam no caixa num prazo superior a três meses. O levantamento da Boa Vista SCPC, realizado em várias regiões do Brasil, revelou também que 24% das PMEs registravam uma inadimplência de baixa a considerável, de 3% a 10%, enquanto 34% das empresas tinham baixa inadimplência, isto é, inferior a 3%.

Uma inadimplência de 10% é considerada bastante elevada, com forte impacto na diminuição do capital de giro das empresas. “Isso faz com que o empresário vá buscar recursos nas instituições financeiras, nas factorings, criando dificuldade para o seu fluxo de caixa no dia a dia.



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Brasil tem o iPhone mais caro do mundo

 A Apple lançou no Brasil os novos iPhone 6 e 6 plus. Como já era esperado pelos consumidores, os aparelhos vieram para o país com os preços bem mais caros.

Os dispositivos vendidos no Brasil chegam a ser os mais caros entre os 36 países que a empresa disponibilizou os smarthphones; o iPhone 6, custa, inicialmente, R$ 3.199,00, enquanto o 6 plus custa a partir de R$ 4.399,00. Na Turquia, segundo país mais caro para se comprar dispositivos da Apple, os preços são de R$ 2.664,00 e R$ 3.004,00, respectivamente.

No Japão é possível comprar os dois modelos pelo preço de um comercializado em território brasileiro. Lá o iPhone 6 custa R$ 1.505,00 e 6 plus pode ser comprado por R$ 1.772,00.

Por esses preços, devemos imaginar que somos o povo mais rico do planeta. Do contrário, esses aparelhos ficariam encalhados nas prateleiras.



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Receita pagou R$ 2,3 bilhões em restituições do 6º lote do IR

 A Receita Federal pagou no último dia 17, R$ 2,3 bilhões em restituições do 6º lote do Imposto de Renda Pessoa Física (2014), além de lotes residuais de anos anteriores (para quem caiu na malha fina). Para saber se sua restituição está no lote, os contribuintes podem acessar o site da Receita. As consultas também podem ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets). Quem não estiver neste lote de novembro do Imposto de Renda, e nem no de dezembro, que é o último deste ano (e nem estava nos anteriores), está automaticamente na malha fina do Leão, ou seja, quando a declaração é retida para verificação de inconsistências.


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Empregados Domésticos I

 Embora esteja funcionando apenas em fase de testes, o eSocial continua gerando polêmica. O sistema é um projeto do governo federal que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Até agora, as reclamações giram em torno das dificuldades de adaptação ao sistema e, principalmente, das exigências às pessoas físicas. Logo, qualquer pessoa que contrata uma empregada doméstica, por exemplo, também terá que prestar contas ao sistema. Mais uma burocracia...


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Empregados Domésticos II

 Por outro lado, a redução da contribuição paga ao INSS pelo empregador e empregado doméstico será avaliada pela presidente Dilma Rousseff. Pela proposta, a alíquota do empregador cai de 12% para 6% e, para o empregado, é fixada também uma alíquota única de 6% – hoje ela varia de acordo com o salário. Segundo líderes governistas, não há compromisso do governo com o texto. O prazo para a análise da presidente é de 15 dias depois da chegada do projeto ao Planalto. O projeto também prevê a redução da alíquota do INSS do empregador, mas regulamenta o pagamento obrigatório da contribuição do FGTS (8%) e o seguro por acidente de trabalho (0,8%) – benefícios garantidos com a aprovação, no início do ano passado, da emenda constitucional que ampliou os direitos do trabalhador doméstico. Nesse caso, não há perda de arrecadação para o governo.


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Empregados Domésticos III

 Como nem tudo são flores, o texto do projeto que reduz alíquota do empregador para 6% acaba com a possibilidade de o empregador deduzir a contribuição previdenciária do Imposto de Renda


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Para refletir

 "Oportunidade não bate, ela se apresenta quando você derruba a porta." (Kyle Chandler)


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Aurora é 1ª brasileira a exportar carne suína para EUA

 A Coopercentral Aurora Alimentos é a primeira empresa brasileira e exportar carne suína para os Estados Unidos da América. O primeiro contêiner segue para o porto de Itajaí na última quarta-feira (12), após uma breve solenidade na unidade industrial FACH-1, em Chapecó. A Aurora amplia sua presença no mercado mundial (exporta carnes de aves e suínos para mais de 60 países) e ultrapassará R$ 6 bilhões em faturamento neste ano.

Os Estados Unidos abriram o mercado de carne suína para o Brasil em 2012. A planta da Aurora em Chapecó foi habilitada em 12 de setembro de 2012, o CSI foi publicado em 28 de agosto de 2013 e os registros dos produtos cárneos foram deferidos em 12 de setembro deste ano (2014).

Os primeiros negócios somente agora começam a ocorrer porque foi necessário dirimir divergência de entendimento quanto a necessidade de registro dos produtos exportados no Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), além de muitas tratativas com os clientes.



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Um esforço que valeu a pena

 Durante o mês de setembro/2014, a Fenacon, baseada no ofício assinado pelos presidentes das entidades contábeis catarinenses (Sescon Santa Catarina, Sescon Grande Florianópolis, Sescon Blumenau, Fecontesc e CRCSC), encaminhou ao órgão competente a solicitação de dispensa da entrega da ECD-Escrituração Contábil Digital das entidades imunes e/ou isentas que se enquadram no art. 3º, inciso I, da Lei Complementar 123/2006, ou seja, aquelas entidades que auferirem, em cada calendário, receita igual ou inferior a R$ 360 mil reais, permanecendo o envio da DIPJ.

Foram pelos menos dois meses de discussões até a Receita Federal do Brasil (RFB) publicar no Diário Oficial da União do dia 6/11 a Instrução Normativa Nº 1.510, que altera a obrigatoriedade da apresentação da Escrituração Contábil Digital.

Desta forma, as pessoas jurídicas imunes e isentas não sujeitas a entrega da Escrituração Fiscal Digital do PIS/Pasep, da Cofins e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições), ficam dispensadas da entrega da Escrituração Contábil Digital.

A dispensa da Escrituração Digital de grande parte dessas organizações permitirá a continuidade de um trabalho digno prestado por pessoas voluntárias, que lutam para melhorar a vida da população e contribuem para um país mais justo.



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Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (Bloco K)

 Empresários e Contabilistas continuam preocupados com a exigência pela Receita Federal do Brasil das informações do Bloco K. Por meio da publicação do Ajuste SINIEF nº 17/2014, a escrituração do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (Bloco K) somente será obrigatório a partir de 1º de janeiro de 2016, para os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e para os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

A questão é que além da grande burocracia que vai importar, nestas informações deverão constar os insumos que fazem parte da fabricação dos produtos. Ou seja, a “receita” de cada empresa para a elaboração do produto, e que faz com que ele seja a diferença no mercado.

A pergunta é: E a Coca Cola vai entregar a “receita” de seu refrigerante? Vai informar o segredo mais bem guardado do mundo?



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